13.7.10
12.7.10
Histórias do Cinema II
25.5.10
NOITE DE CULTO: WHAT'S UP TIGER LILY?
WHAT'S UP TIGER LILY? (O QUE SE PASSA TIGRESA?)
Woody Allen, 1966
O primeiro filme de Woody Allen e a sua realização mais non-sense.
Uma película que, da sua autoria, tem apenas a dobragem americana do filme de acção japonês International Secret Police: Key of Keys. O seu mais absurdo projecto.
O mais íngreme dos argumentos, que envolve uma receita secreta de salada de ovos, resulta no mais rídiculo dos guiões.
O seu primeiro título para a grande tela, a mais aleatória experiência da sua carreira.
Uma paródia aos costumes americanos, uma marcha ao rídiculo do cinema de acção.
Uma expedição à nacionalização artística, o escárnio com que se deparam estes atentados.
O primeiro filme de Woody Allen, uma fita abundante de comicidade que se opõe ao mínimo dos sentidos.
Uma premissa de excessos, uma sinopse rarefeita de substância argumentativa.
O Que Se Passa Tigresa?, a primeira e uma das mais hilariantes comédias de Woody Allen.
É jocosamente estimulante e não tem o mínimo de pertinência cinematográfica.
SECÇÃO TAKE ONE! do FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA CURTAS VILA DO CONDE.
- Maratona de vídeo 48h: idealizar, rodar e editar um vídeo em 48 horas
- 18h30 do dia 2 Julho 2010 às 18h30 do dia 4 Julho 2010
- Primeiro prémio no valor de 1.200€
Já afirmado como um espaço de eleição, o Take One!, pretende corresponder às expectativas dos realizadores mais jovens, criando oportunidades e troca de experiências com realizadores, profissionais consagrados e convidados do Festival.
STOP BY. SHOOT FILM.
- Workshop de película 16mm por Randy Tack / Kodak EUA
- 7, 8 e 9 Julho 2010, admissão gratuita
WORKSHOP EDIÇÃO
- 5 e 6 / 7 e 8 Julho 2010, admissão gratuita, esgotado!
11º VIDEORUN RESTART
- Maratona de vídeo 48h: idealizar, rodar e editar um vídeo em 48 horas
- 18h30 do dia 2 Julho 2010 às 18h30 do dia 4 Julho 2010
- Primeiro prémio no valor de 1.200€
MASTERCLASS
Autores de renome no Festival.
17.5.10
Programação Maio 2010

A programação de Maio do Clube de Cinema 8 e Meio é dedicada ao mestre do suspense, Alfred Hitchcock. Juntem-se a nós, como testemunha de dois crimes admiráveis...
Programa:
18 Maio: Trouble With Harry [Alfred Hitchcock, EUA 1955]
25 Maio: Frenzy [Alfred Hitchcock, EUA 1972]
Sessões no auditório da ESEQ, às terças-feiras, pelas 10h05.
Entrada Livre.
30.4.10
21.4.10

Queima 24 - Concurso Vídeo da AAC
Para participares apenas precisas de preenchar a ficha de pré-inscrição até dia 23, no site do Queima24.
Junta um grupo de amigos, participa e habilita-te a ganhar um dos seguintes Prémios:
Melhor Filme: Câmara de Filmar Digital HD + 4 Bilhetes Pontuais
Criatividade: Câmara de Filmar Digital + 4 Bilhetes Pontuais
Prémio do Público: Câmara de Filmar Digital + 4 Bilhetes Pontuais
A visualização de todas as curtas-metragens participante e a divulgação dos vencedores terá lugar na noite de dia 24, a partir das 22horas, nos jardins da AAC.
Mesmo que não participes, podes sempre aparecer a juntar-te a nós!
Para visualizares o regulamento, obteres mais informações e inscreveres-te consulta o nosso site em
NOITE DE CULTO: EU VOS SAÚDO, MARIA

Jean-Luc Godard (1984)
EU VOS SAÚDO, MARIA, um dos mais emblemáticos, mas também polémicos filmes do cineasta suíço Jean-Luc Godard, é uma abordagem universal, contemporânea e iconoclasta ao tema bíblico da imaculada concepção.
Aqui, Maria é uma jovem basquetebolista e José um condutor de táxis. Depois de receber a visita de Gabriel, Maria descobre que vai ser mãe, mesmo apesar da sua virgindade. A partir daqui, Maria e José, percorrerão um longo caminho que os levará à aceitação deste acontecimento extraordinário.
Profundamente simbólico (vejam-se as referências à gravidez de Maria introduzidas através de objectos como a bola de basquete, a lua, o sol, ou os candeeiros), Godard e o seu filme impressionam não apenas pelo atrevimento em abordar de forma tão pouco ortodoxa a questão da espiritualidade, mas também porque EU VOS SAÚDO, MARIA é tão só uma interrogação às relações entre o cinema e o real. (www.midas-filmes.pt)
10.4.10
Abril 2009: Ciclo No Tempo em que o Mundo era a Preto e Branco

Nestas primeiras semanas da primavera o Clube de Cinema 8 e Meio da ESEQ apresenta 3 filmes a preto e branco, obras de um tempo em que, quando crianças, alguns de nós acreditavam que o mundo era a preto e branco. Esqueça a natureza a desabrochar e as temperaturas a subir e venha fechar-se connosco no escuro do auditório na companhia de mulheres fatais e polícias corruptos, zombies em ilhas perdidas no Mar das Caraíbas e videntes psicopatas.
Programa:
13 Abril: I Walked With a Zombie [Jacques Tourneur, EUA 1943]
20 Abril: Double Indemnity [Billy Wilder, EUA 1944]
27 Abril: Seance on a Wet Afternoon [Bryan Forbes, GB 1964]
Sessões no auditório da ESEQ, às terças-feiras, pelas 10h05.
Entrada Livre.
17.3.10
NOITE DE CULTO: Pepi, Luci, Bom y Otras Chicas del Montón
Pepi, Luci, Bom y Otras Chicas del Montón
Pedro Almodóvar, 1980
A vida de três mulheres altera-se por completo quando uma delas é violada por um polícia, que a chantageia por causa de uma plantação de marijuana. A jovem Pepi mora perto de Luci, uma dona de casa reprimida, casada com o polícia violador. Há ainda Bom, a vocalista do grupo pop chamado "El Bomitomi".
O filme criou um enorme culto, sobretudo entre os grupos que constituíam o movimento pop "La Movida", no qual se inseria Pedro Almodóvar, que soube como ninguém retratar em diversos filmes as suas cores berrantes e o seu glamour.
15.3.10
março 2010: Tecnologia, corpo e imaginário
“Não há ganhos tecnológicos sem
perdas ao nível do vivo, do vital.”
Paul Virilio
Sempre coube ao cinema uma multiplicidade de tarefas que se relacionam por um lado com a documentação da vida humana e por outro com a prospecção de novos mundos (realidades) inerentes à condição de ser-se homem.
O Clube 8 e Meio, lendo na sociedade actual uma contradição flagrante (hiato) entre o discurso tecnológico oficial (fortemente incentivado por uma super veloz estrutura macro capitalista) e a condição ainda fortemente ruralizada do país que habitamos, vem propor uma reflexão sobre que mundo novo é este para que inevitavelmente caminhamos.
À reflexão foram trazidos quatro filmes que de uma forma ou outra abordaram a difícil e imprevisível co-habitação entre o homem “natural” e o mundo ultra tecnológico em que se vê progressivamente mergulhado.
Esperamos pelos alunos e pelos seus contributos críticos, porque definitivamente serão eles os principais actores de um futuro próximo sobre o qual ninguém tem absoluta certeza de como se desenrolará.
BLADE RUNNER
Ridley Scott, 1982
2 de março, 10h05m
Realizado por Ridley Scott em 1982, Blade Runner é uma saga futurista que decorre numa Los Angeles cyberpunk. Baseado na novela de Philip K. Dick, Do Androids Dream of Electric Sheep?, este filme, cuja acção decorre em 2019, conta-nos a trajectória de Rick Deckard, um agente especializado no extermínio de replicants, a quem foi confiada a missão de retirar de circulação seis exemplares deste sofisticado cyborg. Criados pelo Homem para o apoiar na perigosa colonização de novos mundos, estes replicants revoltados com a sua condição de escravos e com o facto de serem dotados de um curto período de vida, regressam à Terra para pedir mais tempo ao seu ao seu criador, Dr. Tyrel, não olhando a meios para atingir este fim.
O HERÓI DO ANO 2000
Woody Allen, 1973
9 de março, 10h05m
Em 1973, o nova-iorquino Woddy Allen realizou Sleeper, ou O Herói do Ano 2000, na versão portuguesa. Depois do apocalipse, no ano 2173, um homem submetido ao processo de criogenia (congelamento para adiamento da morte) duzentos anos antes, é devolvido à vida, confrontando-se com um tempo diferente do seu, ao qual terá que se adaptar. A sociedade que o recebe vive atormentada por um regime totalitário que controla tudo e todos parecendo, no entanto, sentir-se “compensada” pelo conforto proporcionado pelo elevado grau de sofisticação científica e tecnológica e pela organização limpa e asséptica do meio ambiente.
GATTACA
Andrew Niccol, 1997
16 de março, 10h05m
Andrew Niccol, imaginou em Gattaca, de 1997, uma sociedade do futuro edificada no apuramento da espécie humana através de uma espantosa evolução da genética. Dividida entre uma classe privilegiada composta por seres humanos geneticamente melhorados em laboratório, os filhos da ciência, e uma classe segregada de pessoas chegadas ao mundo através da natureza, os “filhos de Deus”, esta é uma sociedade organizada, limpa e asséptica, na qual tudo e todos são controlados por um registo genético informatizado. Retirada aos “filhos de Deus” a utopia da felicidade, estes procuram romper com a sua condição, recorrendo a subterfúgios capazes de iludir a potente máquina de controlo de origem genética.
METROPOLIS
Fritz Lang, 1927
23 de março, 10h05m
A acção de Metropolis situa-se por volta do ano 2000, numa cidade governada pelo empresário Joh Fredersen. Metropolis é uma cidade bela, limpa, organizada e rica, na qual todos os habitantes levam uma existência saudável e hedonista. Apresentando-se como uma metáfora do paraíso prometido, esta cidade esconde, no entanto, no seu subsolo uma terrível realidade: milhares de operários escravizados vivem e trabalham num ambiente constituído por uma parafernália de máquinas tecnologicamente avançadas. Os operários têm na doce Maria a sua líder, que apela à espera paciente pela chegada do “Mediador”, uma espécie de Messias que virá um dia para os arrancar da escravidão.
Fredersen rapta Maria e ordena ao louco cientista Rotwang que crie um andróide à imagem dela, todavia mau e malévolo, de modo a que este a substitua no sub mundo dos operários. O robô Maria passa a incitar à rebelião, instalando o caos e precipitando o eminente apocalipse que não chega ao seu termo devido à libertação da Maria humana e à atempada destruição do andróide que a substituíra.
Sinopses dos filmes extraídas de “ O Homem na sociedade do futuro: